Descrição:

Advogado e quase tabelião em busca da conexão com o Ser e de enriquecimento pessoal a partir do enriquecimento de seu mundo.

(no orkut com o perfil Luc O'Nail)

Não se ocultou o anel da Verdade/ A mim quem compete achar Felicidade/ E ao sentir tão altiva incumbência/ Ferir-me na diurna existência/ Em que se diz feliz toda a Humanidade/ Pairo o abismo de tal insciência/ E que réstia da divina liberdade/ Que seja, em contemporaneidade/ Pelo anel de terreno convívio/ E também paridade/ Poupe-me da dor, da inconsequência/ Normobtuosidade/ De respirar e não ter solidariedade.

"Ouvi dizer que o sonho foi real/ Perdeu-se na névoa do dia/ Também na rotina atonal/ Que se diz rima a quem suplicia/

O que vi ouvi, sem ter por igual/ Que no beco de uma galáxia/ Em que moro, sobre-fenomenal/ Grei ou família e seu laborar/

Preso a um liame conjugal/ Fixo o norte de quem renuncia/ Sofre o calor com que solicita/ A humana estirpe no exíguo dia/

E o bem, afinal, porque faze-lo ?/ Pois desde cedo, a estreita via/ Em que andei, a emanação/ Comerciei atitudes, todavia/

Por que fazer, esse desejo/ Cosmética opção não mais seria/ Tentar findar como um micróbio/ Chama do erro e da miséria/

E não é que em amoral Prevalece essa arquetipia/ Risco da idéia no virtual/ Da mente e o mundo sem sesmaria/

Se me entedia obter parcial E se não formulo como quem sitia/ Refaço e tenho por capital/ Este modelo de Grande Família/

Que o bem querer me torna igual/ E vem dizer que a Medicina/ Do bem fazer em si é o Tao/ Pois toda gota em seu mar termina."

"Que aos olhos / Teus sejam todos/ Os homens iguais/ Para amá-los e servi-los Dispensarás tais benefícios/ Ao infiel, ao assassino/ Que são também para ti/ Como irmãos, parte integrante/ Da única natureza humana/ Prevaleça sempre/ A misericórdia em sua balança

E o que é a misericórdia do coração ?/ É o amor ardente por toda criação/ Pelos homens, animais/ Por todo ser criado."

(Isaac, o Sírio)

Novamente a dor da separação/ Confirmei, e não se desculpou Quem o mito em força aplacou/ E do advir o Elohim disse não

A clamar pelos vales deste chão/ E mesmo em formato de dor/ O que bem faz cultivo o que sou/ Vislumbro uma nova Religião

E se em Crotona o profeta pagão/ À divina ascendência lembrar/ Augurou urbana, fatal desunião

Crente na supra-individuação/ Comovido pelo reencontrar/ Vejo Deus na humana interação

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