Spinner

    Blog

    • RIO PARAÍBA – CONSCIÊNCIA E ESPERANÇA

      Com a promulgação da lei estadual 12.094/2005, que instituiu o dia 22 de setembro como o Dia do Rio Paraíba do Sul, um novo foco de atenção passou a ser dado a um dos mais importantes rios do Brasil. Formado pelos rios Paraitinga e Paraibuna, o Rio Paraíba do Sul percorre cerca de 1.150 km até desaguar no oceano Atlântico, na altura do município de São João da Barra, no Estado do Rio de Janeiro. No seu percurso recebe águas de rios como Jaguari, Pirapetinga, Una, Bananal e Piraí. Sua bacia ocupa uma área estimada em torno de 55 mil quilômetros quadrados, atendendo a 14 milhões de pessoas nos 180 municípios dos Estados de São Paulo, Minas e Rio de Janeiro.
      Os serviços de saneamento básico, tanto executados pelo Estado como pelos municípios, tiveram como foco, na década de 1970, empreendimentos visando o abastecimento de água e a coleta e afastamento dos esgotos domésticos, em benefício da saúde pública e com contribuições importantes para a queda da mortalidade infantil. Com o efeito da “desruralização” o aumento da população urbana se deu de forma intensa, muitas vezes até de maneira conturbada, em função da falta de planos diretores nos municípios, que define o crescimento das cidades, de forma estruturada. Daí, a grande dificuldade dos serviços de infraestrutura, principalmente os de coleta e tratamento dos esgotos, que são complexos principalmente pela necessidade de se coletar por microbacias, através da gravidade, seguidamente de estações de bombeamentos até a estação de tratamento.
      Junto com o desenvolvimento da região ocorre o aumento da população, das indústrias, do turismo, do agronegócio, entre outros setores que geram passivos com interferências substanciais nas características naturais do rio Paraíba do Sul, principalmente em função dos desmatamentos, esgotos e poluição difusa. Mais de um bilhão de litros de esgotos domésticos chegam a ser despejados diariamente nos rios que formam a bacia do Paraíba, o que nos coloca diante de um grande desafio. Projetar e construir sistemas eficientes de coleta e tratamento dos esgotos passou a ser condição essencial para o desenvolvimento sustentável. Planos diretores municipais, concepções de projetos, projetos executivos, licenças ambientais, recursos financeiros, execução de obras e operação adequada de cada sistema fazem parte de um cardápio de ações que garantirão a efetiva despoluição do Rio Paraíba do Sul.
      A Sabesp, que hoje está presente em 24 municípios na região, sendo três da Bacia da Mantiqueira e 21 da bacia do Paraíba do Sul, tem realizado um trabalho importante em relação ao tratamento dos esgotos. Nos últimos três anos, foram investidos recursos da ordem de R$ 283,5 milhões, e mais R$ 63,8 milhões estão sendo aplicados até o final deste ano nos 24 municípios operados pela Sabesp. A região operada pela Sabesp, cresceu nos últimos quatro anos o equivalente a um município do porte de uma Caçapava e o índice de tratamento dos esgotos, que em 2007 era de 45%, hoje se encontra em 73% dos esgotos tratados – índice que será de 90% até o final deste ano nos municípios operados pela Sabesp. O município de São José dos Campos, onde esse índice ainda é de 44%, passará para 87,9% de esgotos tratados em dezembro de 2010. Por outro lado, Taubaté e Tremembé já estão com 98% dos esgotos tratados. Além disso, municípios como Bananal, Canas, Igaratá, Jambeiro, Lagoinha, Redenção da Serra, Roseira, Santo Antônio do Pinhal, São Luiz do Paraitinga, Silveiras, Pindamonhangaba e Caçapava já estão tratando mais de 90% dos esgotos coletados. Dessa forma, até o final de 2014, todos os 24 municípios terão 100% dos esgotos domésticos coletados tratados.

      A Sabesp também tem prestado apoio aos municípios cujos sistemas são operados pelas prefeituras municipais, como é o caso de Santa Branca (18 a 20 de abril de 2009), Paraibuna, Potim, Aparecida; e se manterá à disposição dos municípios, pois o meio ambiente não tem fronteiras, e as ações em benefício da preservação da bacia do Paraíba do Sul necessitam de gestão integrada.
      Entendemos que para avançarmos nas questões relacionadas ao saneamento ambiental, tanto na implementação como na operação dos sistemas, há a necessidade de se romper paradigmas em base científica. E, nesse sentido, a Sabesp deve formalizar um convênio com a prefeitura e com o Parque Tecnológico, para a criação do primeiro Centro de Pesquisas e Desenvolvimento em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental do Brasil, a ser implantado no Parque Tecnológico de São José dos Campos. Trata-se de um projeto importante, sugerido pelo prefeito Eduardo Cury, que trará benefícios para o setor de saneamento ambiental, não só para o Estado de São Paulo, como para todo o País.
      Os intercâmbios entre as universidades, a Sabesp e as outras empresas trarão ganhos importantes também para o meio acadêmico, acrescentando conhecimentos práticos, e também proporcionarão à empresa a possibilidade de estudar e implantar modelos atualizados e desenvolvidos nas universidades e pelos pesquisadores. Vários municípios do Estado de São Paulo terão seus sistemas em tempo real disponibilizado no Centro de Pesquisa, onde será possível comparar índices de performance dos mais variados indicadores. As melhores práticas serão aperfeiçoadas e disponibilizadas para os demais municípios. Além disso, pesquisas sobre a poluição difusa à beira da Dutra, destinação de resíduos sólidos, tecnologia como membranas filtrantes para tratamento de água e efluentes entre outros, serão temas factíveis de financiamento para que a Empresa apoie a construção do futuro, que ainda é porvir.
      É um grande orgulho para a Sabesp operar os 24 municípios, sendo 21 da bacia do Rio Paraíba do Sul, e celebrar o seu dia. Nós, da Sabesp, não mediremos esforços para darmos a nossa contribuição e cumprirmos a nossa Missão, que é: “Prestar serviços de saneamento, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e do meio ambiente”.
      Parabéns, Rio Paraíba do Sul.
      Por: Oto Elias Pinto, superintendente da Sabesp no Vale do Paraíba

    • Fragmentos de do novo livro de literatura da Secretaria de Estado - SP

      Categorias: Educação, Cidadania e Defesa de Direitos, Infância

      NÃO SE ASSUSTE… OS TEXTOS ABAIXO TÊM UM OBJETIVO:
      “Os bicos dos teus seios saltam desses mamilos marrons procurando a minha boca enlouquecida.”
      “Uma vez, o marido tinha dito, resfolegante, no seu ouvido, logo depois de casada, minha linda bocetinha. E ela esfriou completamente, ficou dois meses sem gozar”.
      “A tua boca engolindo inteiro o meu cacete e o meu creme descendo pela tua garganta, para te lubrificar inteira.”
      “Homem não pode ver mulher, fica excitado e é capaz de trair o amigo apenas por uma trepada”.
      “A carta dizia: deixo champanhe gelada escorrer nos pêlos da tua bocetinha”.
      “Nem pau, nem pinto, cacete, caralho, mandioca, pica, piça, piaba, pincel, pimba, pila, careca, bilola, banana, vara, trouxa, trabuco, traíra, teca, sulapa, sarsarugo, seringa, manjuba”.
      “Queria te ver no sururu, ia te pôr de pé no meio do salão e enfiar minha pica dura como pedra bem no meio da tua racha melada, te fodendo muito, fazendo você gritar quero mais, quero tudo, quero que todo mundo nesta sala me enterre o cacete”.
      “Sabe quem fode como ninguém? A rainha das fodas?” Eu. Seria a rainha, miss, me chamariam para todas as festas. Simplesmente para me ver fodendo, não pela amizade, carinho que possam ter por mim, mas porque eu satisfaria os caprichos e as fantasias deles”.
      “Penso que vai ficar louco, o pau endurecido querendo me penetrar.”
      “Ouça só o que ele me diz: Te virar de costas, abrir sua bundinha dura, o buraquinho rosa, cuspir no meu pau e te enfiar de uma vez só para ouvir você gritar”.

      Esses são alguns fragmentos do novo livro de textos literários que estão sendo distribuídos nas escolas do Estado paras “incentivar a leitura e despertar o gosto pela literatura”.
      Resta saber como ficam os professores diante desses textos, os adolescentes, os pais, os objetivos da Educação…

    • Campanha do Agasalho São Paulo

      Categorias: Cidadania e Defesa de Direitos, Responsabilidade Social

    • Taubaté e as apostilas na construção do conhecimento

      Categorias: Educação, Juventude, Infância

      Tenho acompanhado há algum tempo a discussão sobre o sistema apostilado no ensino público municipal adotado em Taubaté. Questões sobre conteúdo, licitações, aplicabilidade e outras fizeram-me levantar alguns questionamentos e pensar em sugestões.
      Partindo do princípio que livros e apostilas não conseguem encerrar todo o arcabouço de conhecimento – mesmo que básico – a ser construído em sala de aula por alunos e professores e tendo em vista a política, o planejamento e as grades curriculares que vão explicitar os objetivos que se pretende alcançar pelo poder público municipal, os materiais didáticos servem prioritariamente como base para o trabalho dos professores. Ficar apenas na apostila, sem enriquecer seus conteúdos com exemplos mais próximos da vida da clientela não é a atitude esperada dos mestres.
      Ora, penso que Taubaté já tem história, estrutura intelectual e repertório cultural suficientes para criar seu próprio material didático. A Universidade de Taubaté, autarquia da própria prefeitura, tem especialistas, mestres e doutores em todas as áreas do ensino fundamental. Taubaté tem História, Geografia, Hidrografia, Ecologia, além de muita contribuição própria para o Português, Literatura.
      É possível sair da nossa Universidade, com apoio de professores e dirigentes de ensino, com avaliação constante dos nossos professores, o melhor e mais apropriado material para o ensino das nossas crianças. A universidade pode ser contratada sem licitação. Em vez de gastar o dinheiro dos taubateanos com alguma instituição do país, que se gaste com a Unitau.
      Com isso, todas as áreas do saber fariam o caminho do local para o global e vice-versa. Já pensou os enunciados de Matemática enriquecidos com problemáticas regionais? Textos de Monteiro Lobato também ilustrando o Português? As Ciências tratando de nossa fauna, flora? A História sendo contextualizada também na nossa região? Que mundo a explorar nossas crianças ganhariam!
      Conhecer o planisfério sim, mas saber localizar Taubaté também. Saber da História da humanidade, do mundo, do Brasil e… do Vale do Paraíba também. Entrar no mundo de Ziraldo, Maurício de Souza, Ruth Rocha, Eva Furnari, La Fontaine, Andersen sim, mas experienciar o mundo da Emília e de Narizinho também, não somente na Semana dedicada ao autor. Fazer contas a partir do Mercado Municipal, a fórmula da água, a Ecologia, o efeito estufa tendo a ciência da importância do Paraíba do Sul e do Una. Saber da escravidão entendo a data de 4 de março, a segunda guerra e os voluntários que dão nome a nossas ruas, enfim, um mundo a explorar.
      Sem ferir os PCSs – que, diga-se, são apenas parâmetros, não diretrizes inflexíveis – as apostilas taubateanas poderiam ser uma grande oportunidade da construção de conhecimentos para alunos e professores. E este não é o principal objetivo da Escola?
      Pensemos nisso.

    • São Luiz do Paratinga

      Categorias: Arte e Cultura, Meio Ambiente, Cidadania e Defesa de Direitos

      Estive em São Luiz do Paraitinga de 3 a 15 de janeiro ajudando a população que foi duramente atingida por fortes enchentes no primeiro dia do ano. Muita destruição, principalmente no centro histórico. Tem muita gente desalojada pois a água cobriu completamente boa parte das casas da cidade por dois dias. A cidade precisa ainda de voluntários, principalmente para triagem dos donativos drecebidos.

    • O cajuzinho é nosso!

      Categorias: Cidadania e Defesa de Direitos

      Coloco-me diante de vocês para defender nossas raízes e tradições, nossa cultura – aquilo que dá a liga da convivência nacional. Pasmo que me encontro e em desassossego com o que vejo, elevo hoje um estandarte em defesa daquilo que temos de melhor, aquilo que ninguém, jamais, em tempo algum poderá nos tirar: a nossa brasilidade.
      Mas como ser brasileiro no peito e na raça ao mesmo tempo ver que nossa geração, além de achincalhar o que nos foi deixado perpetuado pelos nossos antepassados, vai no feitiço da flauta de culturas alienígenas, bombardeada que é por todos os lados por prazeres que nos são alheios. Passamos a dançar outra música, a comer outra comida, a vestir outra roupa a professar outra religião, a valorizar outra literatura, a falar outra língua, a lutar a luta de outros. Parece que estamos vivendo o fenômeno de ter orgasmo com a genitália alheia. E antes que alguém me crucifique, isto não é xenofobia, é uma profunda preocupação com a história da nossa geração. Esta mesma que pode passar como um subproduto da história, aquela que nada de duradouro deixou para o porvir, preocupada em produzir e consumir o efêmero.
      Por isso, elegi, por minha conta e risco, sem critérios científicos, sociológicos ou antropológicos, aquilo que será o símbolo desta campanha de recuperação cívica da nossa cultura: o cajuzinho. Sim, o cajuzinho das festas.
      Perceberam como ele sumiu das nossas festas familiares? Uma receita que nos lembra os povos indígenas e o nordeste brasileiro mas que já tinha a cara do Brasil. Infelizmente, nos últimos tempos, associado à pobreza e à falta de cultura, símbolo de atraso e ignorância, o cajuzinho foi banido da nossa história; implacavelmente desagregado dos nossos laços culturais.
      Basta juntar 1/2 quilo de amendoim sem casca torrado e moído, 4 xícaras de açúcar refinado, chocolate em pó ou achocolatado a gosto (para dar cor), açúcar cristal (para enrolar), metades de amendoins sem casca (para decorar). O modo de fazer sempre foi simples e descomplicado: é só juntar o amendoim, o açúcar e o chocolate em uma tigela. Amassar bem. Se a mistura ficar dura, colocar um pouco de água ou leite. Enrolar a massa em forma de cajuzinhos e, depois, passar no açúcar cristal. Espetar a metade de um amendoim em cada doce. Simples, não é mesmo?
      Pois bem, hoje não há uma criança ou adolescente que saiba fazê-lo ou que solicite esta iguaria em suas festas. Como também não há mais o incentivo das matriarcas em passar adiante esta referência que foi deixada à margem do caminho em algum ponto da nossa história.
      O cajuzinho é mais do que um cajuzinho. É símbolo, é ícone de uma luta inglória e de poucos adeptos: a luta para voltarmos a ser brasileiros, na mesma proporção que deixamos de sê-lo. Com o orgulho estampado no rosto. Este rosto corado pelo frio dos pampas gauchescos ou pelo sol nordestino, mas não pela vergonha de ser o que somos.
      Amigos, vamos cerrar fileiras nesta luta que vale a pena ser lutada. O cajuzinho é nosso. O Brasil é nosso!

    • Aplausos ao hino

      Categorias: Cidadania e Defesa de Direitos

      Com a nova lei 12.031/09, que dá redação ao parágrafo único do artigo 39 da Lei 5.700/71, os estabelecimentos públicos e privados de ensino fundamental, ficam obrigados a executar o Hino Nacional uma vez por semana. Leia com atenção: “uma vez por semana”. Não obriga que seja “pelo menos uma vez”, é categórico em afirmar “uma vez”. Só essa questão já seria motivadora de uma boa discussão. E se a escola tivesse três turnos de aulas? Bastaria que se executasse o Hino em apenas um dos turnos e a Lei estaria cumprida?
      Outra questão: as crianças deverão cantar ou só escutar o Hino? Parece um pergunta boba? Então veja o que diz a Lei 5.700/71 no seu artigo 30: “Nas cerimônias de hasteamento ou arriamento, nas ocasiões em que a Bandeira se apresentar em marcha ou cortejo, assim como durante a execução do Hino Nacional, todos devem tomar atitude de respeito, de pé e em silêncio, o civis do sexo masculino com a cabeça descoberta e os militares em continência, segundo os regulamentos das respectivas corporações”. Ou seja, a Lei manda que todos fiquem em silencio durante a execução do Hino. Então, fazer as crianças cantarem o Hino seria um desrespeito à Lei? Veja que a lei recém promulgada diz apenas que a escola tem que executar, mas sensatamente não contraria a lei original e portanto, não obriga ninguém a cantar.
      E o que dizer dos aplausos, então? O artigo 30 da mesma Lei acima citada traz um parágrafo que põe mais lenha na fogueira: “É vedada qualquer outra forma de saudação”. Qual saudação? Atitude de respeito, de pé, em silêncio, homens com cabeça descoberta e militares em continência. E os aplausos? Bem, se entendermos que os aplausos não ocorrem durante a execução do Hino, mas depois dela, aplaudir não seria contrariar a Lei. A lei não diz que não se pode saudar com aplausos após a execução do Hino. A lei afirma que não fazê-lo durante. Daí podemos entender que enquanto se executa o Hino, ficamos calados, não cochichamos, não acompanhamos com palmas, não conversamos. Ou seja, se as palmas ocorressem ao longo do entoar do Hino, aí sim, a determinação legal estaria contrariada. Mas depois que o Hino acaba…
      Se não se pudesse aplaudir de forma alguma, então até mesmo uma execução do tipo artística não poderia receber aplausos, mesmo que esses fossem dirigidos aos artistas e suas performances.
      A lei, portanto, não é explícita e cada cidadão, diante da brecha legal, pode entender como bem quiser. O aplauso nunca foi falta de educação. É uma manifestação de aprovação, não é ilegal, é espontâneo, por isso, legítimo.
      Aliás, a Lei afirma que, durante a execução do Hino devemos ficar de pé, mas não diz que devemos colocar a mão no peito, os braços para trás ou ao longo do corpo. Quem impõe um tipo de “posição de respeito” a todos, está fazendo sua própria lei. É bom lembramos que nenhuma lei menor pode se contrapor à lei maior. Portanto, uma Lei municipal, uma portaria do Ministério da Educação, ou uma orientação interna de alguma escola que proponha algo em descordo com a lei, estas não encontram respaldo legal.
      E para quem gosta de curiosidades, lá vai uma: sabe aquela parte da introdução ao Hino Nacional? Pois é, consta que ela tinha uma letra que ficou de fora da versão oficializada em 1922. Quem teria composto essa introdução, que hoje é só instrumental, é Américo de Moura, natural de Pindamonhangaba, que foi governador do Rio de Janeiro entre 1879 e 1880. Essa era a letra: Espera o Brasil / Que todos cumprais / Com o vosso dever. / Eia avante, brasileiros, Sempre avante! / Gravai o buril / Nos pátrios anais / Do vosso poder. / Eia avante, brasileiros, / Sempre avante! / Servi o Brasil / Sem esmorecer, / Com ânimo audaz / Cumpri o dever, / Na guerra e na paz, / À sombra da lei, / À brisa gentil / O lábaro erguei/ Do belo Brasil/ Eia sus, oh sus!