Hoje,quando eu estava me inscrevendo no V2V,ouvi uma notícia que me chamou atenção ,no Jornal Nacional.Maria clara , uma criança de um ano de idade , filha de uma família de classe média , do Rio Grande do Sul, foi impe dida de se matricular por ser portadora da Síndrome de Down .A escola , da rede particular de ensino , alegou não estar preparada para receber uma criança nessas condições.A família procurou uma escola pública, que aceitou a criança .
Diante da nova realidade que nos cerca, é inaceitável que pessoas pensem como o diretor dessa escola.Fala-se muito em inclusão , mas na prática vemos que as pessoas preferem se ausentar a abraçar os desafios .A falta de informação também pode levar crianças como Maria Clara ,sentirem-se excluidas da sociedade.Nós ,seres humanos , precisamos abrir nossa mente e abraçar essa causa sem restrições.È preciso levar o conhecimento para todos aqueles que desconhem,para que casos como esses não voltem a se repetir.
Na mesma reportagem, também foi mostrado o caso de uma moça, com a mesma deficiência de Maria Clara.Ela conseguiu superar seus limites:formou-se em fisioterapia, porém descobiu sua paixão pela música e resolveu,cursarDança e Música.Esse fato demonstra como se deve dar oprtunidades às pessoas com deficiência , pois cada vez mais se é constatado que esse ser humano pode dar uma imensa contribuição para a sociedade.
.

Precisamos por fm as diferenças
Comentários6
-
Você precisa estar logado para comentar.
Login ou Cadastre-se -
-
O discurso das pessoas é um, na hora da prática agem diferente. Em vários assuntos. Porém estou aberta ao desafio e esse sim é o grande problema, as pessoas tem medo do desafio.
3 anos atrás -
Acho que hoje conseguiria alfabetizar uma criança cega, porque estou estudando muito sobre o assunto, mais não sei ainda como agir corretamente com uma criança com Síndrome de Down
3 anos atrás


Angélica Nascimento:
Olá Priscila, Bem-vinda! Seu texto chega num momento super oportuno. No dia 21 de março, o mundo celebra os 50 anos da descoberta da Síndrome de Down. É uma pena que meio século se passou e nós ainda não aprendemos a conviver com as diferenças. Parabéns pelo seu texto. Um grande abraço,