Todos os anos 11 milhões de bebês morrem de causas diversas. É um número escandaloso, mas que vem caindo desde 1980, quando as mortes somavam 15 milhões.
Os indicadores de mortalidade infantil falam por si, mas o caminho para se atingir o objetivo dependerá de muitos e variados meios, recursos, políticas e programas — dirigidos não só às crianças mas a suas famílias e comunidades também.
Exemplos de possíveis ações empresariais e associativas com o poder público, ONGs, grupos representativos locais e fornecedores:
- Apoio a programas de acesso à água potável para populações carentes, principal causador das doenças infecciosas infantis;
- Promoção de campanhas de conscientização no combate a Aids, visando a prevenção de crianças portadoras do vírus;
- Suporte a programas de acesso, das crianças portadoras do HIV e outras doenças infecciosas, a medicamentos específicos;
- Programas educacionais, em comunidades carentes, de esclarecimento sobre higiene pessoal e sanitária, aleitamento materno e nutrição infantil.
Meta 5. Reduzir em dois terços, entre 1990 e 2015, a mortalidade de crianças menores de 5 anos.
No Brasil, a mortalidade no primeiro ano de vida é de 27,8 para cada 1.000 habitantes.
Fonte: Nós Podemos


